hades

Mãe (lê em voz alta para o resto dos visitantes)Apogon Imberbis; “a fêmea expele os ovos (envoltos numa substância gelatinosa que os mantém unidos num aglomerado), que vão ser incubados na boca do macho; este jejua até ao nascimento das larvas, expelindo-as então”… Que porcaria! Lembram-se de cada uma! Poderia-se lá pensar!

Mãe – Não sei porqué que hades estar sempre a fazer isso. Estragas-me o ténis todo.

Rolando – Não é hades, é hás-de.

(Todos estacam e ficam parados a olhá-lo. O Rolando muda o peso do corpo para a outra perna, cruza os braços sobre o peito.)

Rolando (repete, numa ameaça) – Não é hades, é hás-de.

Imagens da apresentação do exercício final da oficina de expressão dramática, no dia 8 de Março, na Biblioteca, com a presença da autora do texto, a escritora Luísa Costa Gomes.

10/03/2010 at 00:56 Publicar um comentário

discurso directo e discurso indirecto

Estuda, aqui, a passagem do discurso directo para o discurso indirecto.

discurso directo/discurso indirecto

discurso directo | discurso indirecto

discurso directo e discurso indirecto

discurso indirecto

25/02/2010 at 11:23 Publicar um comentário

falaescreveacertaganha

O concurso falaescreveacertaganha estreará na próxima segunda feira, dia 22 de Fevereiro, às 17.30h, com repetição às 20.10h, na RTP2.

Este é o concurso em que participou a equipa Estrelas do Mar (Henrique, do 6º I, e Leonor e Margarida, do 6º H). No dia 2 de Março poderemos assistir à sessão em que eles participaram. Não percam!

20/02/2010 at 11:11 Publicar um comentário

oficina de expressão dramática

Está a decorrer a oficina de expressão dramática com alunos das turmas B, G, H e J, do 6º ano. A oficina é dinamizada por Alexandre Sampaio e tem por base um conto de Luísa Costa Gomes, Hades.

19/02/2010 at 12:07 Publicar um comentário

Aveiro Aveiro

Aveiro Aveiro

poema da Margarida Infante com um desafio para todos: quem o continua e escreve mais, em poesia, sobre Aveiro?

Aveiro, Veneza de Portugal,

Cidade com um encanto sem igual,

Numa só palavra: especial.

Uma ria atravessando a cidade,

Duas praias sem igualdade,

Com água fria, pois então,

Mas muito calor no Verão.

Ovos-moles tradicionais,

Caldeirada de enguias e muito mais.

Refeições à moda de Portugal,

Não é fast food, porcarias que fazem mal,

Dizem os pais e os avós

E dizemos também nós.

As bugas, só em Aveiro.

Fazem bem ao ambiente

E em combustíveis não se gasta dinheiro.

Temos também o barco moliceiro,

Que é muito usado cá em Aveiro.

Bonitos passeios na ria se dão,

Neles andam turistas até mais não.

As casas da Costa Nova

São às riscas verticais.

E as tripas e bolachas americanas

São muito boas, especiais.

O museu de Santa Joana

É bonito e valioso.

Tem obras de arte tão belas,

É um museu muito formoso.

Os jardins de árvores belas

E flores lindas nas copas delas.

Um ar bem respirado

E um passeio muito bem dado.

Antónia Rodrigues, uma jovem aventureira,

Queria partir para o mar,

Assim o fez, sem barreiras,

Disfarçou-se de homem e toca a andar.

A regata de moliceiros

É uma anual tradição.

Parte da praia da Torreira,

Num dia de Verão.

15/02/2010 at 13:01 1 comentário

as aventuras de Hercock e Lercock

O Filipe, o Henrique e o Luís estão a escrever As Aventuras de Hercock e Lercock.

Este é o início de uma grande história que vais poder acompanhar aqui:

As Aventuras de Hercock e Lercock

Numa terra muito longínqua desta, há muito muito tempo atrás, num reino de terror e medo, cheio de orcs e goblins, trols e dragões, e muitas criaturas terríveis, servos do grande guerreiro Sargon, o sangrento S, acontece uma acção terrível comandada por ele.

– Tu, capitão Thargonizer, – diz o sangrento S – das terras do sul do meu reino, falhaste-me pela última vez. Guardas! Executem-no à frente dos orcs!

Os guardas assim fizeram, e um grito rolou por todo o reino depois da guilhotina. O executado era um capitão orc que tinha como missão apanhar dois caminhantes das margens do rio Gorth. Era muito importante apanhá-los, mas, pela fúria de Sargon, da má notícia, aconteceu o que aconteceu.

Sargon era um rei perverso, com um coração negro, corajoso mas cruel, forte mas ignorante, inteligente e bravo. Era conhecido como o sangrento S, porque muita gente faleceu por causa dele, muitos sofreram e choraram, e muitos se aliaram a ele, com medo de morrerem. Tinha um corpo de homem, com uma armadura grande e negra, com uma grande lança, uma afiada espada, várias facas élficas e um grande **** criado por anões escravos. Foi com os seus exércitos que ele conquistou a grande ilha de Norgont, apenas deixando uma pequena parte que não conseguiu conquistar, a leste. Lá, os resistentes homens, elfos, anões, duendes, grifos, águias gigantes, centauros, etc., viviam com uma ilha menor chamada Survivel.

Os dois caminhantes que Sargon queria tanto matar eram irmãos. O mais velho chamava-se Hercock e o mais novo, e traquinas, era Lercock.

11/02/2010 at 13:47 Publicar um comentário

lengalengas

Tens aqui muitas lengalengas para leres. Lê-as alto e diverte-te com o ritmo das palavras, com os seus sons e com a forma como “brincam” umas com as outras.

Porque não fazeres tu uma? Escreve lengalengas baseando-te nas que podes ler aqui.

Lengalengas

24/01/2010 at 13:02 Publicar um comentário

conjugação de verbos

Vamos estudar os verbos, rever os modos e os tempos, a conjugação dos verbos em cada modo e em cada tempo.

Para estudares e praticares, imprime as grelhas de conjugação (ou fá-las no teu caderno) e usa verbos das 3 conjugações:

- 1ª conjugação: verbos terminados em -ar
- 2ª conjugação: verbos terminados em -er
- 3ª conjugação: verbos terminados em -ir

Conjuga os seguintes verbos:

  • 1ª conjugação: jogar
  • 2ª conjugação: comer
  • 3ª conjugação: sorrir
  • verbo «ter»

Consulta aqui a formação dos tempos compostos.

Se tiveres dificuldades, podes sempre consultar o site Conjuga-me.

22/01/2010 at 23:49 Publicar um comentário

José Fanha na nossa escola – 20/Jan.

O escritor José Fanha vai estar na nossa escola na quarta-feira, 20 de Janeiro (às 14.30h, na Biblioteca).

José Fanha nasceu em Lisboa no ano de 1951. Estudou arquitectura. É poeta, declamador, autor de histórias e poesia para a infância, dramaturgo e dramaturgista, autor de letras para canções e de textos para rádio, guionista de televisão e cinema.

Consulta o Queridas Bibliotecas, o seu blogue, onde ficarás a conhecer a sua obra e alguns aspectos da sua vida.

A Porta

por Margarida Infante

(a partir dos primeiros sete capítulos do livro A Porta, de José Fanha)

Os meus pais partiram,

Carregados fugiram.

Comigo também,

Não ficou ninguém.

Andaram andaram

Até que chegaram.

Era um sitio quase vazio,

Não se ouvia um pio.

Uma casa não havia,

Só uma porta existia.

A minha mãe a questionar;

E o meu pai a sonhar.

Onde ia tudo ficar…

Mas houve uma situação

Que criou grande discussão:

De que lado ia a casa ficar

Estavam eles a “gritar”.

Entretanto da porta saiu,

O Grande Espinafre

Que toda a discussão ouviu.

Este tentou resolver a situação

Mas ainda causou

Uma grande baralhação…

Chegou a hora de almoçar

Peixe e batatas queriam cozer…

Mas aonde tudo isso iriam encontrar?

Também não havia água para o fazer.

Rápido o Grande Espinafre chegou

Pois peixe e batatas plantou.

A nossa família agradeceu,

E até um pouco do almoço lhe ofereceu.

Os meus pais espantados ficaram

Com aquele fenómeno invulgar,

A minha mãe cheia de pressas

Logo a horta queria visitar.

(mais…)

16/01/2010 at 11:44 3 comentários

determinantes e pronomes (2)

Lê atentamente os seguintes documentos e responde às questões neles colocadas.

Determinantes

Pronomes

15/01/2010 at 00:24 Publicar um comentário

Artigos mais antigos


Sugestão de leitura

Sugestão de leitura

Uma Aventura na Casa Assombrada, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Sugestão de leitura

A Porta, de José Fanha


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